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GENERALISTAS:
www.jornaiserevistas.com

MÉDICAS:
www.tempomedicina.com

FARMACÊUTICAS:
www.aje.pt/farma




Link:
http://www.change-pain.com

Com a denominação de Change Pain, iniciou a Grünenthal uma activa campanha de alerta relativamente às actuais insuficiências no tratamento da dor, apelando para a necessária MUDANÇA de conceitos e de práticas que concretizem o alívio, o bem-estar e a felicidade dos doentes afectados.
Partindo de uma profunda e abrangente discussão entre peritos Europeus, foi definido um conjunto de 12 princípios e assumpções que é agora colocado à consideração dos profissionais de saúde, particularmente dos médicos integrados em instituições dedicadas ao tratamento da dor.
Atestando a sua importância e potencial mais-valia para um melhor tratamento da dor, a EFIC (European Federation of IASP Chapters) presta o seu patrocínio científico ao CHANGE PAIN.

Como matriz de base para o desenvolvimento da discussão, foram consideradas as seguintes e problemáticas questões, cuja não resolução vem impedindo respostas adequadas à abordagem de síndromes dolorosos responsáveis por grande sofrimento mas de difícil e complexo tratamento:
1. A dor crónica forte apresenta uma natureza multifactorial que ainda não é convenientemente considerada aquando da sua abordagem terapêutica, que se mantém limitada por tradicionalismo e experiências individuais.
2. Devido à insuficiente comunicação entre médicos e doentes, o tratamento da dor mantém ineficácias, não satisfazendo as necessidades dos doentes.
3. O tratamento farmacológico da dor está muitas vezes limitado pelos efeitos secundários dos fármacos, como acontece com a utilização de opióides fortes, em que, muitas vezes, não é possível atingir doses suficientemente eficazes.
4. Muito frequentemente, estabelecem-se círculos viciosos entre efeitos secundários e falta de eficácia ou tolerância, conduzindo à descontinuidade terapêutica.
5. Implementar um maior estado de alerta por parte dos médicos para a existência destes círculos viciosos, poderá evitar tão nefastas interrupções terapêuticas.
6. Os AINEs deverão ser utilizados na mais baixa dose eficaz durante o menor tempo possível.
7. Tem-se constatado que ainda existe um escasso esclarecimento sobre as diferenças fisiopatológicas entre a dor nociceptiva e a dor neuropática, com repercussões negativas para com as opções terapêuticas farmacológicas.
8. A fim de se obter uma necessária melhoria de conhecimentos que conduza a decisões terapêuticas mais certeiras, torna-se imprescindível o desenvolvimento de programas de formação contínua dedicados à comunidade médica.
9. Habitualmente, o tipo de dor em que se encontre presente uma componente neuropática é mais intenso e difícil de tratar.
10. Na lombalgia crónica intensa, está quase sempre presente a componente neuropática, exigindo a utilização de analgésicos potentes, muitas vezes em associação.
11. As doses elevadas de analgésicos ou certo tipo de combinações terapêuticas podem conduzir a problemas de tolerabilidade (círculo vicioso).
12. O tratamento farmacológico que procure atingir as componentes nociceptiva e neuropática através de uma única substância, constitui uma opção desejável, especialmente nos casos em que os mecanismos fisiopatológicos subjacentes à dor se apresentam de difícil evidência.

A fim de materializar a discussão sobre os problemas enumerados, o programa CHANGE PAIN irá desenvolver-se ao longo dos próximos meses e anos através de um vasto conjunto de actividades.
Contamos com a vossa participação activa.



 
Change Pain